Pedras nos rins: como tratá-las

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Quanto à melhor maneira de prevenir a doença, há a necessidade de uma dieta controlada de alguns nutrientes que podem favorecer a cristalização da urina, como cálcio, sódio, proteínas, carboidratos e álcool

Os cálculos renais, popularmente chamados de pedras nos rins, atingem de 5 a 15% da população em algum momento da vida, além de apresentar elevadas taxas de recorrência. A calculose urinária é uma formação sólida de sais minerais e uma série de outras substâncias, como oxalato de cálcio e ácido úrico que se cristalizam. Isso acontece porque a urina modifica constantemente sua composição, o que pode ocasionar desequilíbrio da solubilidade (capacidade de dissolver sólidos em líquidos), formando assim as “pedras”.
Os principais grupos de risco para desenvolver a doença são homens entre 30 e 50 anos. Há outros fatores que podem contribuir para o aparecimento dos cálculos, como alterações anatômicas do trato urinário, exposição ao calor ou ar condicionado, dieta com maior consumo de proteína animal e sal, sedentarismo, infecção urinária, genética, entre outros.
Para saber se está com a doença, é preciso ficar atento aos sintomas de cólica lombar que propaga a dor ao longo do caminho da uretra, podendo vir acompanhada de náuseas, vômitos e dificuldade para urinar. Após a identificação dos cálculos, é importante observá-los e tratá-los para que não causem obstrução da via urinária, infecção e até mesmo problemas renais crônicos.