Na corrida presidencial, redes sociais preocupam

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Paralelamente aos esforços do partido, as próprias redes sociais se preparam para atender a eventuais determinações da Justiça Eleitoral, como a retirada do ar de conteúdos que afrontem a lei eleitoral

Anônimas, as publicações reproduzidas em massa por meio de e-mails, Facebook e Twitter são vistas pelos partidos políticos como potenciais ameaças às campanhas oficiais
 

O Facebook está preparado para atender às demandas da Justiça Eleitoral e tem uma equipe que opera 24 horas por dia que já analisa qualquer tipo de conteúdo denunciado por meio do site.
Os partidos PT, PSDB e PSB estão se organizando para monitorar e combater insultos e boatos contra os principais candidatos à Presidência da República na internet, sobretudo nas redes sociais (Facebook e Twitter).
O vice-presidente nacional do PT, Alberto Cantalice, que coordena área de redes sociais do partido, disse que está coletando postagens ofensivas a lideranças petistas e à presidente Dilma Rousseff para pedir à Justiça Eleitoral que sejam retirados do ar.
O PSDB montou uma equipe para monitorar a circulação de informações na internet e adotar providências nos casos de divulgação por militantes das siglas adversárias de dados considerados inverídicos.
Com menor tempo de rádio e televisão, o PSB pretende usar a internet como arma de campanha, divulgando as plataformas do candidato Eduardo Campos no Facebook, Twitter, Instragram, Youtube e Flickr.

Twitter e Facebook

“O Facebook está preparado para atender às demandas da Justiça Eleitoral e tem uma equipe que opera 24 horas por dia que já analisa analisar qualquer tipo de conteúdo denunciado por meio do site”, disse a assessoria, em nota. O Twitter, por sua vez, informou não ter política específica para atuação em campanha eleitoral, mas adota regras para controlar conteúdos fraudulentos, perfis falsos e uso incorreto de marcas registradas por usuários.