Base Comunitária do Jardim Alto Aricanduva

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Um verdadeiro caso de polícia

Disse um  filósofo que “somente os planos negros dos maus obtém êxito, os planos inocentes  dos  bons  não se realizam”.  No caso da Base Comunitária da Avenida Principal, nº 147, Jardim Alto Aricanduva, as  instalações de 60 m2  construídas  em um logradouro desde o ano de 1995, quando foi edificado com o firme propósito  de sediar um efetivo policial para um simples  Posto Policial, um “plano inocente” para a segurança da comunidade adjacente ao Shopping  Aricanduva, esta sendo mal interpretado por algumas autoridades que lhes faltam a mais simples das virtudes: o bom senso, pois, querem desativá-lo!  Ocorre que passado alguns anos de sua instalação,  precisamente no dia 22 de março de 2001, através do ofício nº 19º BPM/M – 040/05/00, foi solicitado a direção do Centro Comercial Leste  Aricanduva, à pessoa do seu  diretor superintendente,  engº   Marcos Sérgio de Oliveira Novaes,  “a construção de um prédio para abrigar a sede da 4ª Companhia do 19º Batalhão da Polícia Militar Metropolitano, construção essa que abrigará a administração da Companhia, bem como um total aproximado de 120 Policiais Militares (masculinos e femininos) e também uma média de 10 viaturas policiais”.  As alegações do comandante do 19º BPM/M da época, major PM Ricardo de Souza Ferreira,  é que “na área supra citada encontra-se o Centro Comercial Leste Aricanduva, local esse, no qual circulam diuturnamente um fluxo ininterrupto de milhares de pessoas; considerando que a área adjacente ao Shopping Aricanduva apresenta carência de Policiamento, o que dá margem a uma série de ocorrências de caráter Policial, e considerando que diante de um estudo da área, entendemos ser um local estratégico para a instalação de uma Companhia Operacional de Policiamento”, se fez necessário a ampliação das instalações.  Em resposta a solicitação oficial da Policia Militar do Estado de São Paulo, o Centro Comercial Leste Aricanduva, no dia 30 de Março de 2001,  respondeu ao ofício com um projeto para aprovação que após aprovado pelos respectivos Órgãos competentes da Policia Militar, de imediato deu início a construção de mais 65 m2 complementares, colocando ainda a disposição dos usuários móveis de escritório, equipamentos e computadores de última geração que são úteis até hoje para o desempenho dos serviços de segurança do local. Hoje portanto, não cabe a desativação da unidade em tela, pois a comunidade acostumaram-se com a segurança que a Base Comunitária oferece-lhes, e não concordam com os “planos negros” das autoridades que não tem o bom senso para entender que por ali transitam trabalhadores, estudantes, universitários e os milhares de usuários que servem-se dos 17 terminais de ônibus que atendem cerca de 70 mil cidadãos.  A equipe do IN saiu em visita aos principais líderes da comunidade de Itaquera e foi ouvir a voz do povo, a verdadeira voz de Deus.

“É um absurdo. Não tem sentido quando se quer mais proteção e segurança! Queria saber o porque de querer desativar um efetivo de segurança no maior complexo comercial da América Latina . Parece que tem gente que não quer ver as coisas caminharem bem, querem deturpar tudo que é certo”.

Silvio José Gonçalves - Vice-presidente da ACM
Associação de Moços São Paulo- Itaquera

“Fechamento não. Não sou favorável ao fechamento ou transferência da Base Comunitária do Shopping Aricanduva e, tão pouco, a redução do efetivo. O que tem que fazer é melhorar os serviços, aumentando o efetivo e colocar equipamentos mais modernos e eficientes. O povo do local precisa de mais segurança”.

Eudécio Teixeira
Presidente OAB - Ordem dos Advogados do Brasil - Itaquera

“Não faz sentido. Que não se construa nada a gente até entende, não é novidade. Mas tirar o que temos isto já é um absurdo. É a única que temos na região e já é do conhecimento da população que aí recorre. Chega de perder, se não nos dá, pelo menos não tire”.

Irene Floripes de Souza
Presidente da Sociedade Amigos do Jardim Santa Terezinha

“A base não pode ser fechado porque vai aumentar o nível de ocorrências,no local onde esta sediada é ponto estratégico para a segurança dos clientes, não só do shopping, mas também moradores da comunidade local, dos trabalhadores e estudantes das escolas e da Universidade Unisantana”.

Dr. Jaime Sato - Conseg 55º DP

“A presença da base dá uma sensação a comunidade de segurança e fechar vai distanciar a polícia do cidadão, uma relação que foi a tempo instituída com a comunidade! Vai  na contra mão da filosofia da polícia comunitária”.

Antonio Gomes Santos
 Diretor do Fórum de Desenvolvimento da Zona Leste

“Eu não vejo a necessidade de mexer na unidade por ser um lugar estratégico, que protege a grande quantidade de pessoas que acessam e circulam pelo local em direção as suas casas. Repito: “a base está em um local estratégico que representa segurança para as comunidades! Quem esta tomando esta decisão esta fazendo bobagem”.

Padre Rosalvino Moran Vinãyo da Obra Social Dom Bosco

“ O Clube dos Lojistas da Vila Matilde, representante oficial dos comerciantes do tradicional bairro da zona leste da capital não aprova a remoção do posto policial do Centro Comercial Leste Aricanduva, a questão de segurança pública em nossa região já é precária,  com certeza a retirada do posto policial estimula ainda mais a triste realidade, crescente, números negativos de violência. Vamos mobilizar para solicitar a sua permanência, sua remoção apenas favorece o aumento da criminalidade nas imediações, jamais vamos concordar com a remoção.”

Emerson Nunes de Oliveira
Presidente do Clube dos Lojistas da Vila Matilde

“É um horror. Ela atende os Jardins Marília, Ipanema, Savoy, Bandeirantes e principalmente o shopping. Com o  fechamento da base do Jardim Sta Maria, aumentou o número de ocorrências na região. Eu luto há muito tempo pela segurança do pessoal trabalhador do ponto final de ônibus, dos universitários e dos usuários do Shopping, pois, a base como unidade ostensiva ‘imprime’ respeito aos delinquentes”.

Nilza Pereira Baraglio
Presidente Conseg - 66º DP Vale do Aricanduva

“Loucura! Na verdade eu  entendo  que tirando a Base Comunitária, é perder a sensação de segurança que ela oferece a população. Não  podem tirar essa unidade tão necessária para a segurança do local. O shopping acolhe mensalmente mais de 4 milhões de pessoas. Os cerca de 20 terminais de ônibus servem mais de 70 mil pessoas. Tem ainda a Unisantana, duas escolas públicas.  Cerca de 200 mil pessoas moram nas vilas adjacentes, Não podem fechar uma ferramenta que oferece segurança para o povo!”.

José Renato dos Santos – Past Grão-Mestre da GLESP
Grande Loja Maçônica do Estado de SP