E o VAR?

O mundo do esporte tem acompanhado com atenção a utilização inédita do VAR (video assistant referee) na maior competição do esporte, a Copa do Mundo de futebol. Realizado na Rússia, o evento é a segunda edição da história a contar com a utilização de recursos tecnológicos. A primeira foi a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, a qual estreou a goal-line technology, tecnologia que auxilia os árbitros da partida a decidir se a bola ultrapassou ou não a linha do gol.
A adoção do VAR ocorreu em um cenário no qual graves erros de arbitragem foram identificados, assim como incidentes que passaram despercebidos. O caso mais famoso ocorreu na Copa do Mundo de 2014, quando o jogador Luis Suárez, do Uruguai, mordeu Giorgio Chiellini, da Itália, em partida válida pela fase de grupos da competição. O atleta uruguaio não foi punido no ato, mas, sim, após a partida, o que possibilitou a sua continuidade no jogo e, consequentemente, a possibilidade de influência no resultado da partida. Casos como esse impulsionaram a adoção do VAR, integrado em 2016 para testes e, em 2017, incluído oficialmente no regulamento Laws of the Game (“Regras do Jogo”) da International Football Association Board (Ifab).

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